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divagações sobre bojack horseman

  • Foto do escritor: melody erlea
    melody erlea
  • 2 de mar. de 2020
  • 2 min de leitura



bojack horseman é a série que eu acabo de ver e imediatamente volto pra temporada 1 episódio 1 e começo de novo. tem tantas camadas de interpretação e é uma série tão densa, mas ao mesmo tempo é um desenho animado non-sense e hilário. gosto porque me acalma e me ajuda a desligar meu cérebro da vida real ao mesmo tempo que me faz enxergar tanta coisa sobre mim e pessoas num geral.


já falei antes sobre os figurinos de bojack: eles representam fases da vida de cada personagem, expressam características internas deles e fazem referência, como no caso de diane, a outros personagens icônicos do desenho animado. eu amo a moda em bojack horseman, e olha que estamos falando de um desenho animado.


mas a coisa mais incrível em bojack, especialmente pra quem, como eu, ama cultura pop, causos hollywoodianos, séries de tv dos anos 80 até hoje e tudo que vem junto com a dinâmica do estrelato americano, é que a série é um prato cheio de referências pop pra gente ficar vasculhando descobrindo desenterrando e deduzindo. tem poster nas paredes dos personagens, tem brincadeiras com nomes de ator, animais, filmes, revistas, editoras, grandes corporações, canais de tv e estúdios de cinema. tem crítica ao mercado de entretenimento americano ao mesmo tempo que idolatria a tudo que ele sustenta. tem tv, música, moda, tem saúde mental e comportamento na era das redes sociais.


e tem um final que, embora acelerado, nos faz perceber que a vida é uma merda e aí a gente morre. ou às vezes a vida é uma merda e aí a gente segue vivendo.


eu não quero falar do final de bojack aqui, nem das roupas da última temporada e de tudo que elas me fazem pensar porque bojack é um programa precioso demais pra correr o risco de qualquer spoiler.

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